terça-feira, 3 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
The tree
E agora eu me vejo aderindo a amores de liquidação: funcionando à curtíssimo prazo apenas. São aqueles relacionamentos tipo Mc Donalds, que matam a fome na hora, e a sua saúde do dia seguinte. Cansei dos amores cultivados, da espera entre um sol forte e uma chuva ou outra, de dar o melhor de mim pra que aquilo cresça e dê certo, e um problema vir como um trator, destruindo tudo aquilo que criei como se fosse meu. Eu acreditei por vezes, que minha fosse a história; quem me dera. Depois do trator, ficaram apenas alguns pedaços das folhas e dos galhos, espalhados pelos meus caminhos. Não são muitos, e nem são grandes; mas às vezes é inevitável não me deparar com uma parte daquela muda que um dia eu quis que fosse uma árvore daquelas bem enormes. E aí, ao ver os restos da muda, eu me lembro do quanto o sol me cegou, do quanto cuidar da terra feriu minhas mãos, de quantas tardes de descanso eu sacrifiquei pra proteger meu pé-de-quase-amor da chuva, pra que ela não o levasse embora. Tudo o que eu posso fazer agora é olhar para cima e rezar pra não tropeçar em algum galho da história. Por que não semear um amor novamente, pra que ele cresça? Porque eu já não sei onde deixei minhas sementes.
Tudo o que eu quero agora é matar em mim as últimas sobras de nós dois.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Eu erro querendo acertar, às vezes. Mas na maioria, erro consciente de que eu tô errada. Eu sou egoísta em diversas ocasiões, admito e já não me importo em admitir. -Se, durante o texto, você que estiver lendo se identificar, beleza. Eu estou mais é tentando me retratar comigo mesma, do que querendo dizer "Oi, eu sou única e exclusiva".
Eu manipulo as pessoas, às vezes. É natural, não premeditado. E isso não quer dizer que eu não saiba o que estou fazendo; é que muitas vezes, quando eu vou ver, já fiz.
Eu gosto de incomodar, adoro uma boa provocação. Apenas quando eu sinto que há um retorno do outro lado. Mas eu não gosto de atrapalhar a vida das pessoas. Vamos dizer que gosto de ser uma pedra no caminho, no máximo uma pedra no sapado. Não uma pedra atirada nas costas. A pedra no caminho, fica no caminho. A pedra no sapato, é só tirar e jogá-la fora. A pedra que é atirada, te acompanha de certa forma; ela deixa marca, lembrança, arrependimento quem sabe.
E eu não sei qual das três pedras eu fui/ sou. Mas se for a última, foi mal, MUAHAHAHA
(é que meu momento arrependida ficou nos parágrafos anteriores...)
sexta-feira, 14 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
A Teoria do Vácuo
terça-feira, 4 de maio de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
VES-TI-BU-LAN-DA !
segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Horóscopo de Escorpião
de 05 a 11 de abril de 2010Tooomara ! HEUAHSEUHASE
Já na segunda-feira, uma conjunção entre a Lua e seu regente, Plutão, pode indicar que você porá um ponto final numa situação que se arrasta há algum tempo. Você poderá obter um reconhecimento por seu esforço e isso o deixará muito satisfeito. Como Júpiter transita em aspecto favorável ao seu signo, você também se beneficia no âmbito profissional onde não lhe será difícil obter bons resultados. No final da semana terá mais disposição para namorar pois o romantismo estará em alta: aproveite e convide seu parceiro para aquele jantar à luz de velas! Bom momento também para viajar: prepare as malas.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
But it was just a dream~

Hoje o dia acordou com cheiro de chocolate, polvilhado com açúcar e até com cerejinha pra enfeitar.
Me olhei no espelho e estava estranhamente mais magra. Meu cabelo nem estava tão bagunçado assim. Meus cachorros estavam uns mimos: pulavam sem machucar, arranhavam sem doer. Amanheceu tudo cor-de-rosa baby-doll, e o céu estava azul como em pinturas, com nuvens de algodão-doce e anjinhos de Michelangelo. Tudo poesia de quintal pra varrer, louça pra lavar e quarto pra arrumar – mas com muita, com muita não; com TODA a métrica e rima possíveis. Mas não foi ao acaso que essa sexta-feira, chamada pelo calendário ocidental de santa, nasceu assim, bonita e simples e com temperinho de alegria de criança. Havia e há uma razão de ser.
É que hoje, pouco antes de acordar eu tive um sonho. Ah, era tudo tão lindo, tão natural. E tinha final feliz. Como eu odeio sonhos com finais felizes! Porque quando a gente acorda...parece que não acabou.
Concrete Jungle

Ontem foi um dia daqueles... preguiçosos. A calça de ginástica, o moletom velho e manchado, o bolo de cenoura no final da tarde. A modorra de um tempo que se nega a ir embora.
É uma fase mais “in” do que “out”, sei lá como explicar isso. É que ainda estou me reconstituindo... juntando os estilhaços, me montando pedacinho por pedacinho. É o que resta de nós, a cada ponto final. Cacos são, no fundo, tudo o que temos de verdade. No mais, é tudo muito efêmero.
Nesse mundinho de ordem de consumo, é tanto compre, queira, deseje... Vemos um bando de gente carente, que acha que ter vários “eu te amo” no Orkut é de fato, ser amado. Que ficar com vários é ser fodão e ter poder. Que gastar dinheiro é o pleno exercício da felicidade. E assim seguem muitos; caixa de entrada transbordando, perfil lotado, sacolas cheias e um vazio que até Steve Wonder enxergaria.
Críticas sociais à parte – o capitalismo que se foda – é...porque é que toquei no assunto mesmo?
Ah sim... a efemeridade das coisas. Isso! Bem... com toda essa enxurrada de informações nos meios de comunicação, com tanta gente nos empurrando tanta coisa, tudo vêm e vai, e passa muito rápido! E valorizamos o que nem tem valor. E não nos importamos com o que realmente importa. E é tanta pressa, que a essência não fica conosco tempo suficiente para ser...essencial.
“Não existe um caminho real para lugar nenhum.
Uma coisa de cada vez,
E todas em sequência.
O que cresce lentamente perdura."
'Where is the love to be found, won't someone tell me?' Beeem que o Bob avisou !
quarta-feira, 31 de março de 2010
Que sentido eu tomo pra encontrar um sentido pra tudo isso ?
domingo, 21 de março de 2010
Have fun !

Esse dia, vou te contar ! Ou melhor, nem vou...HAUSDIASUHIAUHD
Sexta agora, despedida da Drih no Estância. Ai que saudade que eu vou sentir da minha comparça ! Foram as quintas-feiras de música na aula, os sorvetes de R$1,00 no mercadão, os segredos compartilhados, as experiências contadas, o curso de teatro aos domingos, a fuga dos meus pais com ela*, os estresses, as risadas, os planos feitos pra nossa viagem*, os castelos que ninguém mais curtia ou achava graça, os filmes que só a gente gostava de assistir...Mas tá tudo vivo, e é pra sempre ! Vai fazer faculdade com gostoooo gata, que eu tô muito na torcida por aqui. Te amo amiga sz'
Girls, just wanna have fun... e como a gente se divertia !
'No vão das coisas que a gente disse, não cabe mais sermos somente amigos; e quando eu falo que eu já nem quero, a frase fica pelo avesso, meio na contramão. E quando eu finjo que esqueço, eu não esqueci nada.'
E quando a gente acha que as coisas estão se estabilizando...quando achamos que encontramos nosso eixo; é um nada, um momento, um minuto que seja, e tudo se cai. Foi das sensações que eu tive, uma das piores, sem sombra de dúvida. Dissimular é errado, dissimular dói, dissimular é negar a si mesmo e a todos; mas porque parece ser o mais certo a se fazer? Na verdade, não me parece o mais certo; mas o mundo é que o diz. E eu me sinto tão repreendida aqui. Juro por Deus, e Ele sabe, que tudo o que eu queria, tudo com o que eu mais sonho, é com um mundo em que as pessoas possam assumir quem são em tempo integral, dizer o que a alma grita e o que a cara estampa. Ah, que prazer abita o dizer a verdade. Sem medo. Sem vergonha. Sem correr o risco de perder a sua liberdade por isso, ou sem preocupar-se DE VERDADE com as consequencias; elas não seriam tão ruins se as pessoas soubessem se entender um pouco mais.
A cada dia que passa, eu vejo o quanto eu sou mínima, minúscula, reduzida dentro de certos contextos. E a sensação de impotência e descontrole, ih, nem se fala. Mas Deus não nos coloca numa situação na qual não conseguiríamos sair, eu sei. Sempre existem dois lados. Pode parecer contraditório depois do discurso desprendido e aparentemente humilde desse parágrafo, mas tô de boa de perdoar mesmo e quero mais é que se foda ! Isso ainda é muito forte em mim, e se determinado fulano questionar eu saio atropelando, com dez pedras na mão e com muita dor...porque se eu disser que odeio, é por pura impulsividade e só. E ah, cansei ! Agora melhorei, só precisava escrever mesmo. É bom eu parar de pensar no assunto, porque digerir isso fez mal pro meu estômago, e literalmente. Estresse ataca minha gastrite.
terça-feira, 16 de março de 2010
Do It ! parte dois, rs

Ah...percursos!
As coisas levam cada rumo, que às vezes é até difícil de acreditar. Engraçado, logo eu que acredito tanto e em tanta coisa, dizer algo desse tipo. Enfim.
Como comentei com um amigo nesse final de semana, eu esperava mais de mim; sabe, mais sofrimento, ou que ele perdurasse por um tempo maior. Não interpretem mal, eu não gosto de sofrer; mas é que eu pensei que me conhecesse o suficiente – e do que me conheço, costumava me martirizar muito e por muito menos...costumava. Graças a Deus, esse verbo tá no pretérito :)
E aí é cada fio que tece a história...quando achamos que já conhecemos bem o ponto que a bordadeira faz, ela cria um novo, decide improvisar uma flor no pano, sei lá. Eu acho que consigo entender esse lance de destino de uma forma até que clara, mas acho graça às vezes. Tanta coisa de tempos atrás, que eu fui entender a uns 20 minutos...pra quê me desesperar pelo que aconteceu há duas semanas? Abstraio, um dia eu entendo mesmo!
Meu erro, o erro de sempre que não sei como não notei antes, é o de projetar. Projetar sonhos em pessoas que não são eu, projetar ideais que não dependem só de mim para que se concretizem, projetar...aquilo que não cabia somente a mim decidir. De me entregar, de ser intensa, não me arrependo nunca, e tenho pena de quem não o faz. Não arrisca, e se petisca é por sorte, rs
Mas é aquela coisa...bate uma nostalgia daquelas, quando eu vejo coisas que se refiram a uma certa pessoa. Coisas que se refiram de maneira forte, objetiva (como agora a noite, passando “O Poderoso Chefão” na TV...foi tocar a música principal, e minha mente rebuscou nas memórias relativamente frescas que se associam a momentos, pensamentos, frases ditas...ah.). Se é saudade, é porque foi bom. Mas se acabou como acabou, é porque não foi real. Não de ambas as partes. Mas a idéia de meia verdade já não me agrada mais.
E me veio uma lembrança: meia verdade é uma mentira inteira.
E me veio uma paródia: meia vontade é uma vontade inteira, só que receosa.
Tô falando é de vontade! Porque quero, ah se quero, quero mesmo, e vou até o fim! Certo ou errado, moral ou imoral, paradigma criado para nos punirmos ou desculpa esfarrapada para suavizarmo-nos a consciência, a vontade reprimida volta...vou matá-la de vez. Mas só os covardes matam sem encarar de frente. Vamos veeer no que dá! É só uma vontadezinha, rs
Só espero que entre mortos e feridos, eu machuque o menos possível. É o que eu tenho pra dizer agora :D
segunda-feira, 15 de março de 2010
Do It !
Se acredita, tenta
Se tá frio, esquenta
Se tá fora, entra
Se pediu, agüenta
Se pediu, agüenta...
Se sujou, cai fora
Se dá pé, namora
Tá doendo, chora
Tá caindo, escora
Não tá bom, melhora
Não tá bom, melhora...
Se aperta, grite
Se tá chato, agite
Se não tem, credite
Se foi falta, apite
Se não é, imite...
Se é do mato, amanse
Trabalhou, descanse
Se tem festa, dance
Se tá longe, alcance
Use sua chance
Use sua chance...
Se tá puto, quebre
Ta feliz, requebre
Se venceu, celebre
Se tá velho, alquebre
Corra atrás da lebre
Corra atrás da lebre...
Se perdeu, procure
Se é seu, segure
Se tá mal, se cure
Se é verdade, jure
Quer saber, apure
Quer saber, apure...
Se sobrou, congele
Se não vai, cancele
Se é inocente, apele
Escravo, se rebele
Nunca se atropele...
Se escreveu, remeta
Engrossou, se meta
E quer dever, prometa
Prá moldar, derreta
Não se submeta,
Não se submeta !
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Coisas que meu DNA não diz
O não ser de fazer cenas, mas ser adepta do bom e velho charme.
O rir alto, o falar alto, e nem ligar; e saber que poucas coisas me alegram mais do que o sorriso espontâneo de quem gosto, que um mergulho na parte do mar que não dá pé. Que ajudar um bom amigo. Que sentir que dentro de mim há fé.
Que poucas coisas me libertam mais do que dançar até o limite do corpo, do que ouvir boa música, do que um bom banho de chuva, do que uma caneta e um papel... do que soltar a voz, do que um palco, do que olhar pro céu.
E que é difícil definir algo que eu odeie tanto quanto sermão, lição de moral e tentativas alheias de sobreporem e imporem a mim suas opiniões.
E que premiaria (ou mataria) aquele que descobrisse algo que me angustie mais do que ficar em casa, do que ver que meu jeans está apertado e que eu to engordando pra ca!@#$%¨&*lho, que sentir a indiferença do outro, que me sentir incompreendida, fraca e incapaz de algo que queira muito, e que ver que o mundo tá acabando porque as pessoas são burras. E ver que eu sou uma delas.
Que pra me deixar mais perdida que quando estou sem opções, é só dar-me várias, e das bem tentadoras.
E que nada me irrita mais do que o outro não abrir o jogo, mesmo sabendo eu que o faço como ninguém.
E assumo sem pudor: falo palavrão, viro amiga de estranhos, desenhava na aula ao invés de copiar matéria MESMO, detesto cerveja, não fico sem conhecer, sou esquerdista sim, preguiçosa, me considero tímida às vezes e cara-de-pau no restante do tempo, adoro crianças, idosos (exceto as mimadas e os safados que te cantam na rua – não necessariamente nessa ordem), não jogo lixo na rua, xingo quem joga e não sei tomar um bom banho que não seja daqueles longos, desejo o mal de algumas pessoas às vezes, já fiz fofoca sem pensar, denegri imagens sem querer, e por querer, e sim; isso me fez feliz.
Sou vegetariana por amor aos animais, mas odeio baratas e mato formigas, pernilongos e afins. Desconto nas pessoas todo o meu estresse quando estou de TPM. Acredito nas pessoas. Odeio quando não acreditam em mim, quando me podam e tenho intensas vontades de torturar quem me faz isso, admito.
E claro, existem outros ‘likes’ e ‘dislikes’, mas meus pais me matariam caso lessem. rs
E ninguém me convence que isso tudo é errado.
Nada me persuade a ponto de me fazer achar que ser assim é pecado.
E nenhuma pessoa me tira da cabeça que não há nada de mais humano do que o ato de questionar.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
“Viver não dói”
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
De uma forma mágica e misteriosa (rs), eu me lembrei de uma frase desse texto, e quando o encontrei...BUM! Traduziu todo o meu pensamento. Ah, Drummond também me entende, uasheaoiuehiaseh
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
I'm not giving up.
Ansiedade: ¹Ânsia; ²aflição, angústia; ³perturbação de espírito causada pela incerteza, ou pelo receio.
Essa minha insegurança ainda vai me deixar maluca. Causa todo esse receio, toda essa espera, toda essa angústia que me dá, quando você não está. Incerteza... tanta coisa. Checar toda janelinha que sobe no msn; cada vez que o celular toca lá encima do outro sofá e eu vou, correeendo, naquela esperançazinha de que seja você. Ficar morrendo de raiva do mundo, e achar que é tudo lindo após cinco minutos, sem motivo algum. Eu não tô sabendo lidar comigo! E aí me vejo onde menos gostaria de estar: fora do meu controle. Vulnerável, abalável, frágil, e tudo aquilo que eu tento com todas as minhas forças parecer que não sou, ao menos quando a gente tá junto. Nem sei por que faço essas coisas... você já me conhece mesmo. Mas me diz, se me conhece POR QUE VOCÊ NÃO COOPERA? Juro que essa maldita mania masculina de não dar importância aos pequenos detalhes que aos olhos de grande parte dos homens são exageros de mulher, ainda vai me deixar de cabelos brancos aos 18 anos, e de unhas mal-feitas, enfim.
Estou toda aperto no peito, estralar de dedos, roer de unhas, caneta na mão e caderno velho pra suportar meus infernos e céus interiores e cotidianos... fugas do estresse que nós seres humanos criamos a nós mesmos.
Mas todo esse meu estresse, toda essa minha ansiedade, é pra sentir o que eu já ouvi: a resposta da pergunta “você sente o mesmo?”. E me sentir segura novamente. Como disse na primeira frase, essa minha insegurança ainda vai me deixar maluca.
O engraçado é que só de escrever, já passou a neura. Mas vou postar o texto ainda assim; deixo gravado o que eu sinto quando tô triste, pra quando eu estiver feliz eu ler, e me entender melhor... assim como, quando tô down, leio meus textos de quando eu encontrei a felicidade, pra entender o caminho, e chegar lá ;D
‘And sure I confess. I’m a mess; I’m a mess of mistakes...
But please, count to ten…before u go and throw it all away.’
Jéssica R.
To Be.

Ser humano é ser...inconstante.
Aliás, ser humano não é ser; é estar.
Estar triste. Estar alegre. Estar doente. Estar são.
E acho admirável tal afirmativa...pois é na conjugação do verbo "estar", que constroem-se os nossos "seres" em potencial, viga a viga, tijolo a tijolo. O "estar" é o estado de experiência; o "ser" é a maneira como vemos o que "estivemos", e como a aplicamos. "Ser" deveria ser "sabedoria", e penso que se não a é, é porque ainda não "estivemos" o suficiente...ou não saboreamos o prazer de "estarmos", por mais doloroso que porventura seja.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Ser feliz...
...é tomar banho de chuva. Pode ser comprar aquele óculos escuro dos seus sonhos, ganhar aquele bikini branco que te deixava louca, comer aquele chocotone que você só come depois das festas (por estar na promoção), ou caminhar pela cidade sem rumo certo, sentindo o sol intenso e a brisa fresca. Pode ser passar uma tarde inteira falando bobagem no parque com aqueles seus amigos que sabem todos os seus podres e as suas alegrias pequenas e grandiosas. Pode ser ficar em casa sem fazer nada além de pensaaar e pensar, se fechar pro mundo e olhar só pra si, se analisar, essas coisas. Ou ver, ouvir e sentir que o paraíso está naquele momento, e que você não está sozinha nele, e que mais; é este fato que faz daquela hora o tal paraíso que você sente. Sentir que tem alguém com você; alguém que te deixa vulnerável, frágil e contraditóriamente segura, como não fora nunca, nem em seus sonhos utópicos de quando criança. E não entender nada disso. E, ao contrário de antes, nem se importar com com o que não se entende, com o que não se explica.Ser feliz é ver a beleza. Nos grandes gestos, nos pequenos detalhes, em cada milímetro do mundo, ou do seu mundo...que seja.
É ter entusiasmo; que curiosamente significa em grego 'ter um Deus dentro de si', tendo o poder de fazer as coisas ao seu redor...acontecerem.
Acima de tudo; ser feliz é S-E-R. E só.
Seja feliz você também! ;)
Jéssica R.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Carpe Diem.
Me acostumando com o fato de nada ser eterno. De aproveitar muuuuuuuuuito o momento. E de me conformar com aquilo que é, por mais maravilhoso que seja, findável. E me tranquilizar, tentar não sentir saudades daquilo que não volta mais, e não querer voltar no passado, porque irei enlouquecer se isso acontecer, se eu pensar assim. O presente é sempre melhor que o passado e que o futuro, porque é nele que estamos (:
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
ok ok ooook! esse foi meu momento revolta, agora voltemos ao meu normal.. =)
caaaaaara eu tô muito feliiiz...mas felicidade assim sempre me deixa receosa ao mesmo tempo, porque parece tudo tão lindo, tipo aqueles sonhos que tem cheiro, cor, sabor...reais mesmo. aí eu fico com um medo de acordar na melhor parte, com a minha mãe me chamando e dizendo que tá tarde. estranho né? tá, eu sei.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Satisfeita indecisão.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Passar, pesar, pensar.

Aaaaai, PASSOU. Passou o TCC, passou o vestibular, passaram as provas da escola, passei de ano, passou o estresse que já parecia parte de mim. Simples assim: p-a-s-s-o-u. Claro, tenho outras tarefas ainda; mas agora só as prazerosas: teatro e meu retorno ao estágio de inglês.
Aaaah e por falar em teatro...eu tenho cada vez mais certeza de que sem ele NÃO DÁ PRA VIVER. Não é mais uma questão de 'fazer para ser feliz'. Tá começando a ser um 'fazer para poder respirar'. Já está aos poucos, deixando de ser uma opção, e passando de fato a ser a única. Enfim.
Voltando ao passado, ou melhor, ao verbo passar na terceira pessoa do singular do pretérito perfeito (rs), o digo com alívio, mas com nós na garganta vindos da saudade. É com alegria, mas com certo pesar também, que digo que o tempo de escola passou. Foram dificuldades, mas todas enfrentadas com tanta alegria, tantas coisas passaram por nós, que brigas e desentendimentos não foram suficientes para que eu deixasse de dizer essa verdade tão verdadeira que é que nem ao menos considero redundância chamá-la assim: eu amo muito vocês, cada um de vocês, do jeito que vocês são. Eu não preciso nem jurar isso.
Passar, pesar, me faz pensar. Pensar em tudo, em como eu estou. É inevitável pensar em mim e terminar o percurso do pensamento sem pensar em você. Agora não é pensar só pra passar o tempo, eu quero um raciocínio lógico que me faça saber o que fazer. Porque pode ser que minha vida mude completamente, e talvez você não caiba mais nela. Tenho medo que, quando você se der conta, já seja tarde, e aí nem preciso dizer...
Mas meu, é incrível, tava tudo caminhando para a normalidade, aí você vem e bagunça tuuuuudo, mudou todos os meus planos só pra variar. Nem planejo mais nada também.
de não lembrar, não tentar procurar o que faz bem
me desligar, mas me pego pensando em quem?
o amor tem mó jeito covarde de partir
vai embora como se tivesse indo ali
deixa nóis ocupado a discutir sem ter cuidado
e querer sumir calado por ver que ele virou passado
meu habitat natural é do teu lado
melhor batida que já ouvi é do teu coração
'ce sabe minha cabeça é mo confusão
é como a vida 'ce sente que tem,mais num tem explicação
preciso de um bar de uma conversa boa
sei la, me apegar a outras pessoas
ou só honrar o que eu disse
e ai você me liga e é como se mais nada existisse[...]"
domingo, 4 de outubro de 2009

Tô à flor da pele, traduzindo essa expressão; emprego pra arrumar, inglês pra melhorar, teatro pra ensaiar...eu vou ficar louca, vou explodir; daqui a pouco não tenho mais nem unha pra roer; parece que todos os problemas possíveis e imagináveis no meu mundo vieram assim: AGORA. E eu, toda masoquista, me sinto Pandora, que abriu a tal caixinha e viu ali sua glória...
domingo, 13 de setembro de 2009
Belief.

Domingos tendem a ser sempre reflexivos.
Se não fosse essa pequena grande fé nesses que são fatos tão corriqueiros, tão banais para alguns; mas milagres essenciais para mim, eu juro, já estaria morta.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
"E eu fui me habituando àquela praça; as lembranças já pouco me atingiam. Passava aos poucos a ser mais praça, tanto quanto as outras, e menos lembrança. Ela, que antes falava de nós, agora pouco tinha a dizer. E eu jazia em mim mesma, ansiando pelo fim da história, e com esperança de que te ver denovo se tornasse banal como jamais fora. Mas aí aconteceu o quê? Te vi, o batuque no peito eco fez, logo sorri, e cá estou eu outra vez, a falar da mesma praça, que por sua vez, fala por si só."
Esse meu texto aí de cima já não é tãão novo, mas parece que as coisas não mudaram muito. O fato é que eu ainda penso, sinto a mesma coisa. Fico bobinha quando perto dele, atiradinha quando alterada, com ciúmes de pensar- e só de pensar- no fato beem provável aliás, dele estar em outra; com receio por ele, por suas escolhas e seus caminhos (puro medo de que saia do controle, sabe? preocupação mesmo). Por um lado; uma fixação ruim (tô aprendendo a lidar e me livrar disso, que parece ser o menor dos meus problemas no momento), e por outro; uma coisa tão boa, tão saudável, que só de estar perto está bom, que não necessita, não exige, enfim; COMO PODEM DUAS COISAS TÃO CONTRÁRIAS RESIDIREM DENTRO DA GENTE, SOBRE UM MESMO ASSUNTO?
Um resumo: o amor é uma merda quando não correspondido e sabe porque? porque nós seres humanos não sabemos amar.
(Ps: tô pensando se tudo isso não passa de uma grande falha de comunicação, um equívoco como o Rê disse pra mim uma vez: "Ele é lerdo demais, e eu, tão orgulhosa que não quero falar de novo." Mas pode ser que eu queira acreditar nisso como uma válvula de escape, só pra não querer aceitar a realidade estampada EM TUDO, de que ele não quer mais nada mesmo, e que é bola pra frente, a fila anda e todos esses e outros ditados de auto-ajuda aí, asieuhauiseh)
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Casa de Papelão
Pois é. Só que aquela maldita mania de confiar, de confiar muito, faz com que você, inocente que é, cate os pedaços de papelão espalhados pelo chão, e construa uma casa nova. Mas você não vê que os problemas NÃO ESTÃO NAS TEMPESTADES, e sim em DO QUE E COMO A CASA É FEITA. É impossível impedir ventos furiosos, mas podemos fazer um porto seguro realmente seguro, e isso não diminuirá os ventos, mas sim a sua vulnerabilidade a eles.
Tá na hora de aprender a conhecer as pessoas já.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Sorriiiiiiaaaaaaaaaa :D
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Teatro...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
"[...]
Como uma idéia que existe na cabeça e não tem a menor pretensão de acontecer.
[...]Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza então; a alegria que me dá, isso vai sem eu dizer..
Se amanhã não for nada disso, caberá só a mim esquecer (e eu vou sobreviver)
O que eu ganho, o que eu perco, ninguém precisa saber."
sábado, 27 de junho de 2009

Verdade Vestida
"Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira", já dizia Renato Russo. Eu concordo, você não?
Mentimos a nós mesmos todos os dias: vestindo a verdade de que somos egoístas, orgulhosos; e varrendo qualquer vestígio de nossas mais podres imperfeições humanas para debaixo de nossos pés. E é triste dizer mas, fazer isso é o mesmo que estar no carona da "viagem da vida", e deixarmos o mal, O NOSSO MAL, no volante. Mais triste ainda é olhar para trás e ver que é o que fazemos todos os dias.
Mas, retornando um pouco, só pra não sair do foco; porque raios a mentira é maior quando mentimos a nós mesmos? Simples, porque a mentira é dupla. Explico: Tentando fingir a nós mesmos que somos o que não somos, que possuimos qualidades que não possuimos e etc, forjamos ao mundo a verdade, a falsa verdade de que somos bonzinhos. Mentimos a nós, e mentimos aos outros por conseqüência.
Mas, assim como a mentira se pinta de verdade, a verdade se esconde atrás da mentira de que a mentira é o grande mal, quando é só o fruto dele.
Pobre mentira, tão julgada, quando é só o laranja! Estamos tão emburrecidos que nem notamos que a mentira é a conseqüência e não a razão, e que combatendo o nosso mal, a mentira desaparecerá, aos poucos. O mundo será melhor quando formos mais sinceros. Não teremos mais de mentir quando nos despirmos diante de nós mesmos e admitirmos que, só de estarmos vivos, estamos sujeitos ao erro, e que é assim com cada um de nós.
É livre todo aquele que não esconde suas falhas, e que perdoa as do próximo, naturalmente... (assim como acredito eu que seja mais feliz aquele que combate o próprio mal).
Arrebenta as correntes que te prendem a alma, e tira a máscara que te esconde de ti mesmo...
L I B E R T E - S E !
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Michael :(

Na prosperidade
As costas vem atropelar
Na hora da verdade
Tenha os olhos sempre abertos
O mundo vai te engolir
Seja simples, mas esperto
E o que é seu vai conseguir [...]"
Onde tudo começou?
terça-feira, 23 de junho de 2009
Jovens.

É incrível como se conhece um jovem à distância. Eles são apaixonantes. Eles são apaixonados. Eles são apaixonáveis. São tão sábios, e tão aprendizes. Tão donos de si mesmos, tão atrapalhados, tão confusos e seus olhos pedem colo, ao passo que suas mãos se estendem para erguer e ajudar aqueles que amam. São os solidários mais egoístas que já vi.
Existem jovens de 80 anos. Existem jovens de 19, 20. Eu conheço vários. Conheço um em especial, há muito tempo, e talvez o de alma mais jovial. Ele também me conhece, me conhece bem, é um dos que mais confio. Isso não importava tanto antes, mas hoje importa. É esse brilho da juventude o que me encanta, talvez. Talvez, a maturidade vestida de brincadeiras de criança. Talvez a voz, o rosto. Talvez, os cuidados comigo. Ou quem sabe, nada nele me encante, eu que me encanto sozinha. Não sei se ele se importa, ou melhor, até que ponto se importa; e seria hipocrisia dizer que isso pouco me importa. Tenho pensado que meu erro, meu grande erro nessa história seja esse: me importar demais...
domingo, 8 de março de 2009
"Mas não me deixe sentar na poltrona num dia de domingo"
"Cabeça vazia, oficina do diabo", já dizia o velho ditado. Velho e sábio: bastava ele, e eu nem precisaria dissertar sobre o assunto. Ocupar-se num dia despretencioso como o domingo não parece, mas é mais fácil do que se possa imaginar. Eu, pra não virar "oficina do diabo", vim escrever aqui. Bota cor nesse teu dia. Vá fazer algo que preste, e pro seu bem: SUMA COM SEU CONTROLE REMOTO, PORQUE A PROGRAMAÇÃO DE DOMINGO É "!@#$%¨&(*) ...












