
Ser humano é ser...inconstante.
Aliás, ser humano não é ser; é estar.
Estar triste. Estar alegre. Estar doente. Estar são.
E acho admirável tal afirmativa...pois é na conjugação do verbo "estar", que constroem-se os nossos "seres" em potencial, viga a viga, tijolo a tijolo. O "estar" é o estado de experiência; o "ser" é a maneira como vemos o que "estivemos", e como a aplicamos. "Ser" deveria ser "sabedoria", e penso que se não a é, é porque ainda não "estivemos" o suficiente...ou não saboreamos o prazer de "estarmos", por mais doloroso que porventura seja.
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